sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

ALGUMAS FOTOS DE UM AMANHECER NA PRAIA DA BARRA DO UNA, DOMINGO, DIA 14 DE DEZEMBRO DE 2014













Adoro o amanhecer em Peruíbe, principalmente quando a praia é deserta e tranquila.


MARCADORES: PERUÍBE, PERUIBENSE, TEMPORADA DE VERÃO 2014/2015, PRAIA DA BARRA DO UNA, RESERVA ECOLÓGICA DA JURÉIA, AMANHECER, SOL, O COMEÇO DE UM NOVO DIA (NOSSA, ISSO FOI POÉTICO, NÉ?)


sábado, 13 de dezembro de 2014

E VEM CHEGANDO A TEMPESTADE - DEZEMBRO DE 2014



A temporada de verão 2014/2015 terá em Peruíbe o mesmo efeito das anteriores: dinamizar a economia local, com o dinheiro que os veranistas/turistas tendem a gastar por aqui. Surgem empregos temporários, comerciantes terão seus lucros, até o carnaval veremos aquele cenário que já citei por aqui tantas outras vezes.

E depois? Como será?

Ah, não será um simples retorno ao marasmo. O problema é que 2015 tende a ser o ano do agravamento da crise econômica que já se vê no país (só eleitor dilmista doutrinado para se recusar a ver isso), e como parte do Brasil, Peruíbe sofrerá as consequências da incompetência do governo da PRESIDENTE Dilma (presidenta é desaforo, e coisa de quem quer fazer média com ela, o que jamais será o meu caso), algo que não poderá mais ser camuflado.

Vai ser grave, para um município extremamente dependente do setor de serviços (lojas, hotéis, pousadas, imobiliárias ...), ou seja, que possui pouca atividade agrícola e industrial. Num cenário em que a classe média paulistana terá que cortar gastos, com dificuldades até para viajar ao litoral, como ficará este nosso lugarejo? 

Discutir política local é algo comum e necessário, mas o problema é centralizar tanto nisso, que não se enxerga as nuvens de tempestade no horizonte, o que me obriga a dizer que se preparem para os dias que virão. Cuidado com os gastos em cartões de crédito, pessoal !!!



MARCADORES: PERUÍBE, PERUIBENSE, TURISMO, VERANISMO, TEMPORADA DE VERÃO, EMPREGOS, TRABALHO, NATAL, ANO NOVO, PASSAGEM DE ANO DE 2014 PARA 2015

domingo, 7 de dezembro de 2014

FAZ SENTIDO SE MUDAR PARA PERUÍBE, CONSIDERANDO AS ATUAIS CONDIÇÕES DA CIDADE? - DEZEMBRO DE 2014




Pois é, trata-se de uma pergunta simples. Vale a pena que você, forasteiro deslumbrado com este "paraíso" se mude para cá?

Olha, eu não faria isso. Se fosse me mudar - vou dar um exemplo - da cidade de São Paulo para outro município em busca de oportunidades e melhor "qualidade de vida", o último lugar de SP (vou me restringir a SP, para a humilhação ser menor) para onde viria seria Peruíbe.

Caso tenha esse plano, pense bem, devido aos problemas que terá de enfrentar.

 Morando aqui, dependerá do SUS / saúde pública municipal como qualquer peruibense nato. Se não tiver carro, precisará do transporte público local. Acredita que esta é uma cidade "sossegada"? Logo ficará desiludido quando conhecer os índices locais de criminalidade, e se tiver vindo para cá sem emprego .... caramba, PRETENDE PROCURAR EMPREGO NESTA CIDADE?


O fato é que saber sabemos se este município está preparado para a temporada de verão 2014/2015,devido ao considerável aumento populacional que ocorrerá no período. Pouco antes do Natal, já veremos os supermercados lotados e trânsito intenso nas principais avenidas. Foi-se o tempo que Peruíbe possuía a infra-estrutura adequada para suportar essa mudança. Os anos se passaram, e os investimentos públicos e privados não foram feitos na velocidade necessária.

Isso também significa que esta cidade pouco suporta um maior crescimento populacional, está no limite. Portanto, pense bem antes de querer residir aqui. Se duvida da validade do meu conselho, converse com alguns peruibenses natos. Até uns naturalizados servem, numa terra no qual ser pessimista é ser realista.


MARCADORES: PERUÍBE, PERUIBENSE, MUDANÇA, MIGRAÇÃO, EMPREGO, DESEMPREGO, VIVER EM PERUÍBE, SE MUDAR DE PERUÍBE, PROBLEMAS, MAZELAS

sábado, 6 de dezembro de 2014

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - PR 2014/2015




O município de São José dos Pinhais, estado do Paraná, abriu concurso público por meio de edital normativo visando provimento de 78 vagas na administração. As oportunidades abrangem profissionais de todos os níveis de escolaridade para atuação na área da saúde municipal e 5% das vagas serão reservadas aos candidatos portadores de deficiência. 

As vagas são para cargos de Atendente de Consultório Dentário (8), Auxiliar de Enfermagem (8), Auxiliar de Serviços de Saúde (8), Médico Anestesiologista (10), Médico Ginecologista/Obstetra (6), Médico Infectologista (3), Médico Clínico (9), Médico Neurocirurgião (2), Médico Ortopedista (2), Médico Pediatra (10), Médico Plantonista (3), Médico Psiquiatra (4), Médico UTI Geral (4) e Motorista (1). 


A administração municipal pagará aos candidatos nomeados salários entre R$ 1.151,26 e R$ 3.680,23.


Inscrições 

As inscrições serão somente via internet, e poderão ser realizadas através de preenchimento de formulário no endereço eletrônico
www.objetivas.com.br a partir das 9h do dia 04 de dezembro de 2014 às 23h59min do dia 04 de janeiro de 2015. A taxa de inscrição oscila entre R$ 40,00 e R$ 80,00. 

Será publicado no dia 19 de janeiro o edital de homologação das inscrições. 


As provas objetivas serão aplicadas no dia 01 de fevereiro de 2015, em local e horário a serem divulgados após a homologação das inscrições. 


Haverá ainda prova de títulos para Médicos. 


O concurso público terá validade por dois anos a partir da data de homologação do resultado final, prorrogável por mais dois anos, a critério do Município de São José dos Pinhais.




FONTE: ACHE CONCURSOS


POSTAGEM RECOMENDADA: CURITIBA 320 ANOS


MARCADORES : CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL SÃO JOSÉ DOS PINHAIS, REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA, PARANÁ, SUL DO BRASIL

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A QUESTÃO DOS NOVOS ANDARILHOS - DEZEMBRO DE 2014







Os moradores mais antigos se lembram da Peruíbe dos anos setenta, quando a população local, além de ser bem menor do que a atual, se concentrava bem mais na área territorial praiana, deixando quase que um vazio demográfico no que hoje são bairros populosos, alguns dos quais sequer existiam. Embora predominasse uma certa rusticidade nas habitações do meio urbano, que eu me lembre as favelas eram inexistentes, e os sem-teto raríssimos, personagens que só estavam de passagem. Incrível como tudo isso mudou em poucas décadas.

Agora se vê pela cidade muitos moradores de rua. Trata-se de um número indeterminado de pessoas desenraizadas (existe algum censo delas?), vindas de lugares diversos, uma questão que tem motivado muitos debates na internet.

É bom eu citar um fato pouco lembrado: muitos peruibenses "naturalizados" se estabeleceram por aqui em condições bem adversas.

Falo de atuais moradores que por aqui chegavam com "uma mão na frente, outra atrás", no início dormiam nas ruas e não tinham ocupação. Enfrentando muitas dificuldades, arrumavam trabalho (que podia ser um simples "bico" em alguma obra ou coleta de material reciclável), erguiam uma morada precária em algum bairro suburbano - ou que era tido como subúrbio na época - e iam tocando pra frente, deixando a miséria para trás, tornando a mesma uma péssima lembrança, um passado doloroso. Em outras palavras, conseguiam melhores condições de vida em Peruíbe. 

Mas se tratava de uma outra época, quando esta cidade era mais pobre e menos cara, lugar adequado para um andarilho desenraizado recomeçar. A criminalidade ainda era pequena, e o álcool um problema maior do que as drogas (pois é), para vermos como Peruíbe "evoluiu" até hoje.

O fato é que este lugarejo tornou-se difícil, tanto para os indivíduos humilhados quanto para os remediados (pagadores de impostos que têm acesso a equipamentos públicos deficientes). Peruíbe não é terra para principiantes, e com o agravamento dos problemas econômicos brasileiros, a situação local também irá piorar, por pior que esteja hoje.

Portanto, a questão dos novos andarilhos não tem solução na atualidade, dada a dificuldade dos que aqui chegam em se integrar ao sistema de produção local, pois as oportunidades são ralas até mesmo para quem possui residência fixa, estudo e apoio familiar.


MARCADORES: PERUÍBE, PERUIBENSE, MISÉRIA, POBREZA, SEM-TETO, EMPREGO, SUBEMPREGO, DESEMPREGO, PROBLEMAS SOCIAIS


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

PREFEITURA DA CIDADE GAÚCHA DE BENTO GONÇALVES ABRE CONCURSO PÚBLICO COM 197 VAGAS - RS 2014




A Prefeitura de Bento Gonçalves, estado do Rio Grande do Sul, informa aos interessados que está aberto o concurso público municipal que irá admitir novos servidores em diversos postos da autarquia com chances para todos os níveis de escolaridade. O certame irá preencher 197 vagas e formar cadastro de reserva em funções de diversas secretarias e tem salários entre R$ 725,76 e R$ 3.939,90, conforme o cargo pleiteado. Na remuneração ainda não consta o reajuste de 4,6% concedido pelo município a alguns cargos que passa a valer já a partir de dezembro/2014.

A coordenação e execução do concurso está a cargo do Instituto de Desenvolvimento em Recursos Humanos (IDRH) e seleção reservará ainda 10% do total de vagas para pessoas com necessidades especiais. Não haverá reserva de vagas para negros e pardos.

Dentre os cargos com vagas abertas, o maior número de oportunidades é encontrado nas funções de Agente de Trânsito (10), Auxiliar Administrativo (11), Auxiliar de Educação Infantil (33), Cuidador (10) e Médico Geral (14). Além destes, serão preenchidos ainda cargos de Advogado, Analistas de Sistemas, Arquiteto, Assistente Social, Auditor, Biblioteconomista, Biólogo, Biomédico, Bioquímico, Contador, Educador, Enfermeiro, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Ambiental, Engenheiro Civil, Engenheiro Mecânico, Engenheiro Químico, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Geólogo, Gestor Público, Museólogo, Nutricionista, Odontólogo, Orientador Educacional, Professor de diversas áreas curriculares, Agente Tributário, Assessor Administrativo, Auxiliar de Farmácia, Auxiliar de Odontologia, Fiscal, Técnico em Enfermagem, Técnico em Informática, Técnico em Radiologia, Auxiliar de Biblioteca, Auxiliar de Serviços de Obras, Motorista, Operador de Máquinas, dentre outros.

As inscrições vão de 27 de novembro a dia 12 de dezembro de 2014, pelo site www.idrhconcursos.com.br
. A taxa de participação vai de R$ 50,00 a R$ 100,00. 

A prova escrita do concurso será aplicada em data e local ainda a serem informados pela organizadora e haverão outras etapas de avaliação de títulos e prova prática para alguns cargos.

O concurso terá validade por um ano, prorrogável por mais um ano, a critério da Administração da Prefeitura.



FONTE: ACHE CONCURSOS


MARCADORES: CONCURSO PÚBLICO, CONCURSEIRO, EMPREGO, TRABALHO OPORTUNIDADES, CIDADE DE BENTO GONÇALVES, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, SUL DO BRASIL

domingo, 30 de novembro de 2014

NOS CÉUS, A "ESTRELA DECADENTE".(CHARGE DE ELVIS BRAGA PARA O HUMOR POLÍTICO) - NOVEMBRO DE 2014





MARCADORES: , PAPAI NOEL, NATAL 2014 EM, ANO NOVO 2015 EM, NO, BRASIL, BRASILEIROS, PERUÍBE, PERUIBENSE, VALE DO RIBEIRA, VALERIBEIRENSE, ANA DIAS, ITARIRI, ITARIRIENSE, PEDRO DE TOLEDO, PEDROTOLEDENSE, MIRACATU, MIRACATUENSE, JUQUIÁ, JUQUIAENSE, REGISTRO, REGISTRENSE, IGUAPE, IGUAPENSE, ILHA COMPRIDA, ILHACOMPRIDENSE, SETE BARRAS, SETEBARRENSE, PARIQUERA-AÇU, PARIQUERENSE, JACUPIRANGA, JACUPIRANGUENSE, CANANÉIA, CANANIENSE, BARRA DO TURVO, BARRATURVENSE, CAJATI, CAJATIENSE, IPORANGA, IPORANGUENSE, ELDORADO, ELDORAENSE, APIAÍ, APIAENSE,  GOVERNO DILMA, PETRÓLEO, PETROBRÁS, OPERAÇÃO LAVA JATO

sábado, 29 de novembro de 2014

REDUÇÃO DA MISÉRIA NO BRASIL TENDE A PERDER FORÇA, AFIRMAM ESTUDIOSOS - NOVEMBRO DE 2014



Marina Estarque – Deutsche Welle 

  Queda do PIB e esgotamento das políticas de transferência de renda seriam principais causas da desaceleração. Para avançar, combate à pobreza deve ser multidimensional, aconselham especialistas.

A diminuição da miséria no Brasil deve ficar mais lenta e pode até mesmo estagnar, avaliam especialistas. O processo é considerado natural, após um avanço expressivo na redução da pobreza nos anos 2000.

Estudiosos alertam, entretanto, que a queda do PIB – que deve ser de 0,2% em 2014, segundo projeções do Banco Central – já prejudica o combate à miséria. Há divergências sobre como lidar com esse novo cenário. Para alguns analistas, é preciso intensificar os atuais programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família, enquanto outros apontam que esse modelo já mostra sinais de esgotamento.

No início do mês, pela primeira vez em dez anos dados do IPEA indicaram um aumento de indigentes. O número passou de 10,08 milhões em 2012, para 10,45 milhões em 2013.

Fica abaixo da linha da pobreza extrema quem não tem condições de comprar uma cesta mínima de alimentos, com as calorias necessárias para a nutrição, segundo recomendações da Organização da Agricultura e Alimentos (FAO, na sigla em inglês) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O aumento, de apenas 3,7%, não é expressivo e não significa uma tendência, segundo os estudiosos ouvidos pela DW Brasil. Entretanto, o dado foi recebido com duras críticas, porque a redução da miséria é uma das bandeiras do PT, presente na campanha de Dilma Rousseff à reeleição.

Em relação à pobreza, o resultado foi positivo: o número de afetados caiu de 30,3 milhões para 28,6 milhões. A linha de corte, nesse caso, é o dobro da renda familiar per capita usada para definir a miséria. Desaceleração

Apesar do dado do IPEA não representar um crescimento da pobreza extrema, especialistas apontam uma tendência de desaceleração do combate à miséria.

"Entre 2004 e 2011, houve uma diminuição muito significativa da pobreza. Claramente, entre 2011 e 2013, esse ritmo de redução caiu. Neste caso, já se trata de uma série de três observações. Então houve uma mudança de comportamento, mas o ponto critico é 2011, não 2013", explica o economista Rodolfo Hoffmann, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP.

A pesquisadora Sonia Rocha, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), concorda que a redução da miséria tende a ficar cada vez mais lenta. Segundo estimativas da economista, baseadas em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a proporção de indigentes era de 4,11% em 2012. Em 2013, passou para 4,74%.

"Esse patamar já é baixo, de modo que fica cada vez mais difícil realizar reduções adicionais. Não acredito em retrocessos importantes, mas em flutuações em torno de 4% e 5%", estima Rocha. 


 Por isso, o professor de economia da Unicamp e ex-presidente do IPEA Marcio Pochmann defende que haja um conceito similar ao de pleno emprego para definir a situação de um país em relação à pobreza. 

"Se a taxa de desemprego está abaixo de 3% da população economicamente ativa, o país está em pleno emprego, mesmo que ainda haja pessoas desempregadas. Da mesma forma, pode-se dizer que o país eliminou a miséria, porque a quantidade de miseráveis é muito pequena em relação ao conjunto da população", diz Pochmann, que também já foi candidato a prefeito de Campinas pelo PT. 

 Rincões de pobreza 

 Apesar do avanço no combate à miséria nos anos 2000, existem ainda rincões de pobreza, onde a falta de informação e até mesmo de documentos básicos inibem a inclusão em programas públicos.

"As famílias com menos escolaridade, em lugares longínquos, muitas vezes não têm condições de procurar a assistente social do município. Então permanece um resíduo de pobreza que não é alcançado pelos programas do governo. Isso é mais ou menos esperado", aponta Rodolfo Hoffmann.

O economista recomenda aumentar a capilaridade do Bolsa Família, investindo mais no trabalho de assistência social das prefeituras. Segundo Rosalina Santa Cruz, coordenadora do núcleo de estudos de pobreza e desigualdade do Serviço Social da PUC-SP, esse problema já está sendo corrigido pelo governo, através de um método de "busca ativa".

Nesse sistema, o próprio técnico da secretaria de assistência social vai até os lugares mais afastados para registrar novos beneficiários do programa.

Esgotamento do Bolsa Família

Para os especialistas, programas de transferência de renda, aliados a um aumento real do salário mínimo, foram e são extremamente importantes para a redução da pobreza. Além de eficientes, são considerados de baixo custo para o orçamento.

"O salário mínimo real mais do que dobrou desde 1995, e a desigualdade da distribuição de renda no Brasil diminuiu. Isso se intensificou em 2001, com os programas de transferência de renda", aponta Hoffmann.

Em 2013, segundo o IPEA, os gastos com o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) equivaliam a 1% do PIB. Os retornos dos programas, entretanto, eram maiores. Para um real gasto com o Bolsa Família, por exemplo, 1,78 real era adicionado ao PIB.

Apesar do sucesso, muitos especialistas admitem que tais métodos não produzem mais os mesmos efeitos e devem ser aperfeiçoados ou complementados por outros programas. Fala-se em um esgotamento das políticas atuais de distribuição de renda.

Segundo Rocha, a proporção de miseráveis passou a depender principalmente da conjuntura econômica, já que o Bolsa Família teria praticamente atingido uma cobertura universal da sua população alvo.

"Os programas de transferência de renda já atingiram o seu limite, tanto em termos de população atendida, como no valor do dispêndio", afirma ela. Rocha defende apenas alguns ajustes, como uma redução do gasto com o BPC, em favor de um aumento no Bolsa Família.

Rosalina Santa Cruz aposta numa expansão do programa. Segundo ela, o valor do beneficio é muito baixo e não permite retirar uma pessoa da pobreza. "A não ser em municípios pequenos, em que o beneficiário cria pequenos negócios e passa a pertencer à sociedade. Aí sim, há uma mudança de status. Nas metrópoles, isso não acontece, só quando é combinado a outros programas, como o Minha Casa, Minha Vida, que permitem uma ascensão social maior", explica.

Pobreza multidimensional

Os especialistas destacam que a pobreza não se resume à questão da renda, mas inclui acesso a direitos, bens e serviços básicos. Neste caso, os números da PNAD costumam ser favoráveis.

"Esses indicadores têm progredido. Eletricidade e saneamento básico, por exemplo, melhoraram e são dados mais estáveis. A renda é uma variável mais difícil de ser medida mesmo", ressalta Hoffmann.

Para dar conta dessa natureza multidimensional, o governo anunciou recentemente que vai usar uma nova forma de medir a pobreza. A metodologia, criada pelo Banco Mundial, combina a renda com componentes não monetários, como frequência escolar infantil, tempo de escolaridade, saneamento básico e água de qualidade, eletricidade, condições de moradia e acesso a bens como celulares, eletrodomésticos e computadores.

O novo parâmetro não significa uma mudança nos critérios de seleção do Bolsa Família, baseados apenas na renda. O programa estabelece a linha de miséria em 77 reais mensais per capita e a da pobreza, 154 reais.

Rosalina Santa Cruz defende a combinação dos programas de renda com outros, que combatam a pobreza de forma multidimensional. "O Bolsa Família é um programa emergencial, não exclui a necessidade de aumentar a qualidade dos serviços públicos", ressalta.

Interpretação dos dados

Segundo Hoffmann, da USP, os dados atuais da PNAD ainda não refletem inteiramente a queda no PIB. Ele alerta que, na verdade, a redução da miséria não apenas desacelerou, mas estagnou.

Na pesquisa, a renda, informada pelas próprias pessoas, não é checada. Os números costumam ser próximos do real, mas os estudiosos advertem que a autodeclaração não é confiável nos extremos da população, ou seja, entre os muito pobres ou muito ricos.

Hoffmann explica que sempre há um grau de sub-declaração na PNAD, que tende a se manter constante. Nos últimos anos, entretanto, essa proporção diminuiu, defende o economista. Isso daria a impressão de que a renda dos brasileiros aumentou, quando, na realidade, apenas está mais próxima do valor correto.

"De 2011 para 2013, a renda da PNAD cresceu substancialmente, mas o PIB per capita cresceu muito menos. Isto é: provavelmente a PNAD ainda é um retrato benevolente do que aconteceu nos últimos três anos."

Por outro lado, Marcio Pochmann propõe uma interpretação diferente dos dados. Ele afirma que, para diferentes parâmetros de pobreza, os resultados são muito positivos. "Nas minhas pesquisas, eu uso como linha de pobreza extrema um quarto de salário mínimo per capita familiar; e para pobreza absoluta, meio salário mínimo. Com esses dados, não há aumento na pobreza extrema, nem na pobreza absoluta", argumenta.



FONTE: DEUTSCHE WELLE


MARCADORES: BRASIL, BRASILEIROS, PERUÍBE, PERUIBENSE, VALE DO RIBEIRA, VALERIBEIRENSE, ANA DIAS, ITARIRI, ITARIRIENSE, PEDRO DE TOLEDO, PEDROTOLEDENSE, MIRACATU, MIRACATUENSE, JUQUIÁ, JUQUIAENSE, REGISTRO, REGISTRENSE, IGUAPE, IGUAPENSE, ILHA COMPRIDA, ILHACOMPRIDENSE, SETE BARRAS, SETEBARRENSE, PARIQUERA-AÇU, PARIQUERENSE, JACUPIRANGA, JACUPIRANGUENSE, CANANÉIA, CANANIENSE, BARRA DO TURVO, BARRATURVENSE, CAJATI, CAJATIENSE, IPORANGA, IPORANGUENSE, ELDORADO, ELDORAENSE, APIAÍ, APIAENSE, BOLSA FAMÍLIA, MISÉRIA URBANA E RURAL, GOVERNO DILMA

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

CONCURSEIRO DE AÇO, APRENDA A LIÇÃO: QUEM MAIS SE MAIS IMPORTA CONTIGO É VOCÊ MESMO !






Sei que no começo do esforço para se tornar funcionário público, você teve a esperança de ter o apoio e compreensão de pessoas próximas, como parentes, amigos e colegas de trabalho (caso tenha um emprego), mas o tempo passou e você percebeu que poucos por aí se importam com o seu objetivo, e terá que aceitar isso, se quiser de fato triunfar.

Caso more numa casa pequena, sei muito bem que esperar silêncio para estudar é algo difícil, e dependendo da dinâmica dos moradores, só terá sossego para isso durante curtos períodos do dia. Ser interrompido é uma regra, e isso costuma ocorrer nos momentos mais impróprios. 

E então, fazer o quê? Olha, não existe uma resposta simples, pois tem gente que jamais se manca. Por mais que diga para fulano - que é parente e mora contigo - que não irá topar trabalhar com ele num quiosque durante a temporada de verão 2014/2015 em Peruíbe, de segunda a segunda, encarando madrugadas, POIS PRECISA ESTUDAR PARA CONCURSO, e essa carga horária acabará te atrapalhando, o cara se recusa a entender, pois o ganho "será bom e compensará" e você ESTÁ DESEMPREGADO MESMO E TEM MAIS É QUE ACEITAR. Aí não topa, e ele, um tipo nada compreensivo e incapaz de enxergar a longo prazo com tantos peruibenses por aí (temporada de verão se vai logo, cargo público fica por muito mais tempo), busca oportunidades para te criticar, e é claro, trata de fazer barulho em casa quando você está encarando as apostilas. 

Realidade dura essa .... mas que se dane ! Quantos maiores as dificuldades, maior será para ti A SATISFAÇÃO DA VITÓRIA. MESMO DESSE JEITO, DÁ PARA ESTUDAR SIM, E DÁ PRA PASSAR !!!

Se preciso for, se manifeste e reclame por um mínimo de espaço. Vai ser difícil (se estiver desempregado, nunca terá razão) mas pode não ter outro jeito. Sem alguma margem de livre-arbítrio tolerada pelos demais, ser concurseiro é uma causa perdida. Marque uma posição, se defenda e lute, pois nessa questão QUEM MAIS SE IMPORTA CONTIGO É VOCÊ MESMO.


POSTAGEM RECOMENDADA: MICRO-SOCIEDADE







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domingo, 23 de novembro de 2014

REGULAÇÃO DA MÍDIA: O QUE O GOVERNO REALMENTE QUER? - NOVEMBRO DE 2014





O governo, enquanto Estado, é um monopólio que criminaliza a concorrência. Assim, é bem chocante que um governo venha nos dizer que é um opositor de monopólios.


Por Andrea Faggion


"Mas por que interessa tanto ao governo que um empresário não possa atingir um público além de um certo limite? Simples, meu caro, nesse cenário, quem é o único que atinge a todos dentro de um mesmo território? Ele mesmo: o governo! A nossa presidente pode entrar em cadeia nacional de rádio e TV no momento em que bem entender."


Em 2015, a regulação da mídia pautará boa parte do debate político nacional. Difícil não entender essa agenda petista como uma simples reação a matérias fortemente oposicionistas publicadas por meios de comunicação como a revista Veja. Mas deixemos de lado essa reação imediata e foquemos nos argumentos comumente apresentados por aqueles que reivindicam um projeto de regulação do tipo. Claro que a primeira palavra que nos ocorre é “monopólio”. Alega-se que, se cabe ao governo impedir um monopólio em qualquer setor da economia, por um silogismo simples, também cabe ao governo impedir um monopólio dos meios de comunicação. 

 Ora, primeiramente, cabe observar que não existe monopólio dos meios de comunicação no Brasil. “Mono – pólio”, o nome já diz, implicaria em um único proprietário de todos os meios. Não é esse o caso! Na verdade, eles mesmos gostam de dizer que umas cinco ou seis famílias detêm os meios de comunicação no país. Seria então um oligopólio, certo? Rigorismos à parte, o argumento se repetiria: também caberia ao governo acabar com oligopólios. Mas será que podemos ousar criticar essa premissa maior do nosso silogismo? 

 Pois bem, eu não acredito que o governo deva combater monopólios ou oligopólios não violentos em quaisquer áreas. Explico. O problema com monopólios e oligopólios só surge quando os empresários estabelecidos proíbem novos entrantes no seu mercado. Por exemplo, você começa a vender um jornalzinho estudantil na sua escola e ameaça bater nos coleguinhas que imitem sua ideia, começando a vender também seus jornalzinhos. Nesses casos específicos de uso da força ou ameaça de uso da força para eliminação da concorrência, é legítimo que se use a força no sentido contrário, para garantir o livre mercado. 

 Note, então, como uma curiosidade, que a atuação dos governos reais não costuma se reduzir à proibição dos monopólios e oligopólios violentos. Governos são, sim, os criadores de monopólios e oligopólios violentos! São os governos que usam a força para proibir que novos entrantes apareçam em certos mercados, como, por exemplo, no precário mercado de telefonia do Brasil. Na verdade, o próprio governo, enquanto Estado, é um monopólio que criminaliza a concorrência com ele em seu território. Assim, é bem chocante que um governo, qualquer governo, venha nos dizer que é um opositor de monopólios, amigo do livre mercado. 

 Agora, note como a proibição dos monopólios ou oligopólios não violentos, ao invés de ser um ato de proteção da liberdade, é, na verdade, uma agressão à liberdade. Voltemos ao seu jornalzinho estudantil. Desta vez, você não usou de força ou ameaça de uso da força para desmotivar seu coleguinha a concorrer com você. Em vez disso, ele desistiu espontaneamente de competir, quando verificou que não tinha recursos suficientes para oferecer um produto de qualidade pelo preço que você oferecia. Você teve a ideia primeiro, ganhou dinheiro, ampliou seu negócio e conseguiu investir em papel de qualidade, contratou outro coleguinha para ser um ilustrador e assim por diante. O seu novo concorrente não tem capital suficiente para contratar outros coleguinhas para melhorarem a qualidade do serviço dele e nem pode investir em uma matéria-prima de tanta qualidade. O jornalzinho dele é feio, de conteúdo pobre e o preço acaba não sendo muito diferente do seu. 

Resultado: ninguém (ou quase ninguém) escolhe comprar o jornalzinho do seu concorrente, porque a relação custo/benefício não compensa para o consumidor. Consequência: seu concorrente fecha por uma decisão dele, baseada em pura análise de custo e benefício para ele, uma análise na qual não entrou nenhuma ameaça de violência da sua parte. O que acontece? Você tem um monopólio não violento, uma simples situação de fato e momentânea, e uma situação que, por sinal, não fere a liberdade de ninguém, nem de concorrentes e nem de consumidores. Logo, uma ação de fora para limitar o seu negócio seria uma pura e simples proibição do sucesso. 

 No mais, se nenhuma violência se fizer presente, a tendência é que seu monopólio factual seja abalado a qualquer momento por um novo entrante que acredite ter capital suficiente para conquistar ao menos uma fatia do seu mercado. Um observador externo notará, por exemplo, que você não fala muito sobre vídeo-games no seu jornalzinho, ao passo que, na escola, há um público ávido por mais matérias sobre games. Então, esse observador pode convencer investidores (outros coleguinhas) a lançarem com ele um jornalzinho só sobre games: um nicho que você não estava explorando devidamente. E por aí vai… Não há mercado realmente aberto que tenda à perpetuação de monopólios de fato, até pelo simples fato de que pessoas têm gostos e necessidades diferentes. Empiricamente, mercados monopolizados são sempre, pasmem, mercados… excessivamente regulamentados pelos governos. Irônico, não? 

 Ok, agora que podemos descartar essa balela sobre monopólios (ou melhor, oligopólios), podemos questionar o que realmente quer o governo. Qual a situação de fato quando alguém limita o tamanho do seu jornalzinho (seja limitando a tiragem ou definindo em que partes da escola você pode vender), ou ainda te proíbe de começar um fanzine na escola, porque, afinal, você já tem um jornalzinho? Já vimos que apenas sua liberdade está sendo restringida, e a de mais ninguém, já que o tamanho do seu negócio, a menos que você proíba concorrentes, por si só, não cerceia a liberdade de ninguém. Mas a situação de fato que interessa ao regulador quando ele cerceia sua liberdade dessa forma é que você perde poder de disseminação do seu conteúdo. Antes, a escola inteira, se quisesse, poderia acessar conteúdo produzido por você. Agora, mesmo que alguém queira, será impedido de comprar conteúdo produzido por você, porque você está proibido de ter um negócio grande (a regulação definirá o que é “grande”). 

 Mas por que interessa tanto ao governo que um empresário não possa atingir um público além de um certo limite? Simples, meu caro, nesse cenário, quem é o único que atinge a todos dentro de um mesmo território? Ele mesmo: o governo! A nossa presidente pode entrar em cadeia nacional de rádio e TV no momento em que bem entender. Além disso, os gastos públicos com propaganda governamental são sempre exorbitantes. Eventualmente, até carteiros (os funcionários de um certo monopólio governista) distribuirão material de propaganda governista, não é? Qual a melhor maneira de não se ter oposição sem ter que partir diretamente para a censura de conteúdos? Isso mesmo: você impede qualquer outro de atingir um público suficientemente grande para incomodar o governo. 

 Sim, outros governos fizeram isso. Por exemplo, o mesmo governo argentino que saiu à caça do Clarin usou uma TV estatal para reproduzir um documentário sobre vida animal, enquanto o povo saía às ruas para protestar… contra o governo. 


 Andrea Faggion fez mestrado, doutorado e pós-doutorado em Filosofia pela Unicamp e pela University of Colorado, nos Estados Unidos. Atualmente é professora do Departamento de Filosofia da UEL e do Mestrado em Filosofia da mesma instituição e da UEM


FONTE: EPOCH TIMES



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sábado, 22 de novembro de 2014

CAPA DA REVISTA VEJA, 22 DE NOVEMBRO DE 2014




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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

VOLTA PRA DENTRO DA TOCA E ESTUDE, CONCURSEIRO ! - SÉRIE LOBO SOLITÁRIO / CONCURSEIRO DE AÇO




Caro concurseiro peruibense: eu sei que os problemas da cidade são muitos e só tendem a se agravar, mas você vai perder seu precioso tempo com eles? Para quê está estudando mesmo? Para se livrar do que é talvez o mais grave problema desta cidade, que é o DESEMPREGO, não é? Ou para se livrar do emprego medíocre ao qual se dedica atualmente, com um patrão que se acha um deus para ti.

Enquanto vai lá na câmara de vereadores protestar, alguém está estudando e terá mais chances de passar num concurso público do que ti. Para de se distrair com os conflitos políticos locais, FOCA NOS ESTUDOS PARA CONCURSOS, CARAMBA!

Estude, estude e estude, deixe essas questões de lado, pois por mais graves que os problemas peruibenses pareçam, não sairá da situação difícil em que se encontra se distraindo com eles.

Ah, estou sendo cruel? Cara, prefiro parecer com um porco individualista do século 18, do que com um "herói" socialista com um discurso coletivista que nunca funciona. Antes de pensar em tentar "salvar" esta cidade, trate de se salvar.

Portanto, volta pra toca e estude, concurseiro !!!








POSTAGEM RECOMENDADA: TALVEZ



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