terça-feira, 20 de janeiro de 2026

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Protesto de moradores de rua em frente à Prefeitura de Curitiba termina com oferta de emprego por meio do Sine Móvel

Convocado para protestar contra a política de internação involuntária, o ato organizado por moradores em situação de rua em frente à Prefeitura de Curitiba, na manhã desta segunda-feira (19), acabou se transformando também em uma espécie de mutirão de emprego. Enquanto manifestantes criticavam a atuação do município, a Prefeitura levou ao local uma unidade do Sine Móvel para cadastrar interessados em voltar ao mercado de trabalho.

A manifestação começou por volta das 9h, na Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico, e foi organizada pelo Movimento População de Rua com o lema “Nenhum passo atrás – ato pela população de rua”. O grupo protestava contra a nova política municipal que prevê internação involuntária em casos considerados graves e defendia que a medida não substitui políticas públicas de moradia, renda e cuidado.

No meio do protesto, a resposta da administração municipal veio sobre rodas. Uma unidade itinerante do Sistema Nacional de Emprego foi posicionada em frente ao prédio da Prefeitura para oferecer cadastro, encaminhamento para vagas e orientações profissionais para quem demonstrasse interesse em deixar as ruas.

Além do atendimento do Sine Móvel, equipes da Fundação de Ação Social acompanharam a mobilização e prestaram orientações sobre serviços de acolhimento, programas sociais e políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

Segundo a Prefeitura, a ação faz parte das estratégias de reinserção social e geração de renda para pessoas em situação de rua. O município afirma que a internação involuntária é aplicada apenas em situações extremas, mediante avaliação médica, conforme prevê a legislação.

O ato integra uma série de mobilizações organizadas por movimentos sociais que acompanham a implementação da nova portaria municipal sobre internação involuntária e cobram mais investimentos em políticas públicas para a população em situação de rua.


FONTE: XV CURITIBA



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