Não é só isso: ela foi condenada a 14 anos porque usou um batom para pixar a estátua da Praça dos Três Poderes, em frente ao STF. É por isso. Não adianta falar que ela foi condenada por outros crimes — eles são uma invenção do STF.
É uma vergonha que pessoas tenham condenado ela a 14 anos por crimes que ela não cometeu. Essa mulher não cometeu crime nenhum. O máximo que poderia acontecer era ela levar uma multa. Ela não cometeu absolutamente nenhum crime. É uma pessoa inocente que está indo para a cadeia por 14 anos.
Ela está sendo acusada de formação de quadrilha, insurreição armada, depredação de patrimônio público tombado e não sei mais quantos crimes que inventaram pra prender essa mulher.
O argumento de que ela não deveria ter ido pra lá é podre. Porque amanhã o pessoal vai à Praça dos Três Poderes, terá um entrevero com a polícia, e vai pegar 15 anos de cadeia. É um direito constitucional protestar na Praça dos Três Poderes.
Essa mulher não cometeu nenhum crime. É uma vergonha que os juízes do STF tenham condenado ela a 14 anos.
Como o negócio é muito feio e você precisa bancar isso, o Fux discordou, o Zanin deu 11 anos — o que também é uma barbaridade.
É uma vergonha que um juiz faça uma coisa dessas. Os juízes da ditadura, que condenaram sob a Lei de Segurança Nacional o pessoal que participou da luta armada, tinham mais razão em condenar aquele pessoal do que esse pessoal agora.
A ditadura era ilegítima, e os cidadãos pegaram em armas para lutar contra o regime. Era um julgamento injusto, mas ainda assim é mais justo que esse. É difícil achar uma coisa tão ruim quanto essa.
“País não pode viver eternamente de Bolsa Família”, diz Lula durante evento sobre geração de empregos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a geração de empregos como prioridade de seu governo e afirmou nesta segunda-feira, durante um evento em Brasília, que o Brasil “não pode viver eternamente de Bolsa Família”.
A declaração foi feita durante um discurso em um encontro com lideranças do setor industrial e sindical, onde Lula destacou a importância de políticas sociais, mas também reforçou que é necessário criar oportunidades reais de trabalho para a população.
“Nós somos defensores do Bolsa Família, foi um programa criado para ajudar quem mais precisa. Mas o país não pode viver eternamente disso. O que o povo quer, de verdade, é emprego, carteira assinada, dignidade”, afirmou o presidente, sendo aplaudido por parte da plateia.
A fala repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões. Enquanto apoiadores veem a declaração como um reforço do compromisso com a economia e com a geração de renda sustentável, críticos afirmam que o presidente estaria minimizando a importância do programa para milhões de famílias em situação de pobreza extrema.
Especialistas apontam que o Bolsa Família continua sendo essencial para reduzir a desigualdade no país, mas concordam que o equilíbrio entre assistência e oportunidades de emprego é fundamental para o desenvolvimento de longo prazo.
Desde o início de seu mandato, Lula vem enfatizando a necessidade de combinar políticas sociais com o crescimento econômico, investimentos em infraestrutura e valorização do salário mínimo.
Até o momento, o governo não anunciou mudanças no formato do programa Bolsa Família, mas há expectativa de novos anúncios sobre programas de incentivo à qualificação profissional e à empregabilidade nos próximos meses.
MARCADORES: LULA ESTÁ CRITICANDO O BOLSA FAMÍLIA, BOLSA FAMÍLIA PARA UMA ÚNICA PESSOA VAI ACABAR, FAZ O L, ABRIL, 2025
Para o peruibense que aqui escreve, este domingo de páscoa com a família é um evento de vitória pessoal. Mais um ano de desafios superados, apesar de tantos contra. Mas Deus (pois é, não sou ateu) está comigo e me ajuda em meus poucos acertos. Boa páscoa para todos.
Numa noite de quinta-feira em Peruíbe, véspera da sexta-feira santa, feriado cristão da páscoa, constatei um nada espantoso fato: estava sobrando bacalhau no supermercado onde fui comprar o cobiçado peixe. Em outros tempos, dificilmente eu encontraria a iguaria com tanta facilidade, ou seja, a maioria dos peruibenses não têm grana pra pagar esse luxo, simples assim. Não entendeu? Faz o L.