Pois é, no último sábado, o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo da república islâmica do Irã, morreu em consequência de um ataque aéreo conjunto EUA/Israel em Teerã, capital do país. Sua residência (de segurança mais do que máxima) foi arrasada, resultado também na morte da esposa, seis filhos dele e uma sobrinha. Enquanto simpatizantes lamentaram a morte desse genocida - principal responsável pelos assassinatos de cerca de trinta à cinquenta mil iranianos durante manifestações por democracia - exilados comemoraram sua ida para o 'mármore do inferno':
Iranianos exilados comemoram na avenida paulista
A influenciadora iraniana MahSima Nadi, exilada no Brasil, jamais poupou críticas ao regime fundamentalista islâmico, críticas que deveriam constranger as feministas brasileiras, pois a revolução islâmica iraniana optou por reprimir as mulheres, tirando-lhes direitos básicos. E em quem que as feministas costumam votar? Em Lula e no PT. O governo petista lamentou o falecimento de Khamenei:
Foi muito bom ter esperado alguns dias pra falar do assunto. Olha só essa pérola abaixo, outra iraniana, falando coisas que obviamente, incomodaram jornalistas esquerdistas que a entrevistaram. Espero que esse vídeo repercuta:
Só tenho uma certeza, a de que Trump não está deixando de prestar atenção ao que acontece no Brasil. O mínimo que ele vai exigir (pois é, exigir) será um processo eleitoral justo. Preciso dizer mais alguma coisa? Ah, sim, a república islâmica caminha pra lata de lixo da história, para o bem do Irã e do mundo.




